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Mostrando postagens de Dezembro, 2018

Andarilho + Prima Vennero

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No dia 15/12, tive a oportunidade de participar de dois larps na cidade de São Paulo.


O primeiro deles, Andarilho (partitura disponível aqui), é um larp de autoria de Luiz Prado. Para além da influência tarkovskyana, minha mais relevante reflexão sobre esse larp é a ocupação e ressignificação do espaço urbano. Um herdeiro do flâneur benjaminiano e da dérive situacionista, a leitura da partitura, em 2017, já havia me despertado a relação teórica com um artigo do Paulo Celso da Silva que tenho muita admiração que discute a observação como método.
Vagar, derivar e/ou perambular pelo espaço urbano, desnaturalizando tudo aquilo que lidamos cotidianamente de maneira tão inconsciente, tal como o trânsito, o comportamento das pessoas, as construções, entre tantas outras coisas, implica reflexão, no lugar da onipresente repetição. E, como postula o artigo do Paulo Celso, "o observador não quer repetição. Quer reflexão".
Para além de descrever quais foram as reflexões gestadas pelo gr…